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	<title>Amargor</title>
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	<description>Porque a vida não é doce</description>
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		<title>De quando entrei pro rock</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Feb 2013 00:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cresci em uma cidade do interior que tem 13 mil habitantes, e até os 16 anos a maior cidade que eu tinha conhecido devia ter uns 40 mil. Todo o comércio de lá se resume ao longo de dois quarteirões de uma rua, não existe nenhuma franquia de nada conhecido, não existe nenhum elevador nem<a href="http://amargor.com/de-quando-entrei-pro-rock/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cresci em uma cidade do interior que tem 13 mil habitantes, e até os 16 anos a maior cidade que eu tinha conhecido devia ter uns 40 mil. Todo o comércio de lá se resume ao longo de dois quarteirões de uma rua, não existe nenhuma franquia de nada conhecido, não existe nenhum elevador nem escada rolante na cidade, o prédio mais alto é da Cohab e tem quatro andares (existe uma tentativa de prédio maior que já tem mais de 20 anos, e nunca terminou de ser construído).</p>
<p>Lá as músicas que as pessoas ouviam na época eram sertanejas. E não é essa nova ondinha de &#8220;sertanejo&#8221; que existe hoje. Eram coisas como <em>Gino &amp; Geno</em>, <em>João Carreiro &amp; Capataz</em> e outros desse naipe que não me lembro. Sempre tinha um &amp; <span style="font-size: x-small;">(essa letra devia chamar &#8220;E sertanejo&#8221;)</span> no meio.<br />
Eu ia de botas pra escola, e as usava inclusive nas &#8220;aulas&#8221; de educação física <span style="font-size: x-small;">(em que o professor não servia pra nada)</span>: futebol de botina com bola de basquete. Era o que a escola estadual nos proporcionava.<br />
Eu estava fadado a ser mais um cowboy da cidade <span style="font-size: x-small;">(uma cidade minúscula, ok)</span>. Mas não foi bem assim&#8230;</p>
<p>Nessa época também eu frequentava bastante uma locadora de filmes e jogos de videogames, que era de um conhecido da escola. Ele viajava regularmente para uma cidade maior <span style="font-size: x-small;">(uns 160 mil habitantes!)</span> para comprar filmes, e em uma dessas viagens ele passou no shopping <span style="font-size: x-small;">(shopping, eu nem sabia o que era isso)</span> e voltou com toda a discogafria do U2 em CDs originais. Tinha CD pra caralho&#8230;<br />
Eu tinha uns 12 ou 13 anos, e enquanto ele estava desembalando já fui logo pedindo um emprestado:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> &#8211; Ow, me empresta um aí!</em><br />
<em> &#8211; Sai fora! Nem ferrando.</em><br />
<em> &#8211; Porra, larga de ser cuzão caralho!</em><br />
<em> &#8211; Tó, leva esse aqui que o vendedor me deu de brinde e não enche o saco.</em></p>
<p>Era &#8220;A Little South Of Sanity&#8221;, do Aerosmith, um album duplo ao vivo.<br />
Eu fiquei vidrado. Ouvia várias vezes por dia todas as 23 músicas. Ninguém em casa me aguentava mais.<br />
Assim que devolvi, esse também foi o primeiro CD que eu comprei.</p>
<div id="attachment_205" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-205 " alt="Aerosmith - A Little South Of Sanity" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2013/02/A-Little-South-Of-Sanity.jpg" width="500" height="500" /><p class="wp-caption-text">Aerosmith &#8211; A Little South Of Sanity</p></div>
<p>Depois disso, abandonei a carreira caipira e me enveredei pelo mundo do rock.<br />
Mas ainda ia de calça jeans e botina pra escola, afinal de contas, eu precisava jogar bola na educação física.</p>
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		<title>Propagandas de pasta de dente</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 01:01:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Amargurada]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem uma coisa que sempre foi mal feita nessa tal de publicidade, é comercial de pasta de dente. Escovar os dentes não é uma tarefa aventureira como as propagandas dizem. Deve ser por isso que a Kolynos morreu. Nem dá pra saber qual é de verdade&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que sempre foi mal feita nessa tal de publicidade, é comercial de pasta de dente.</p>
<p>Escovar os dentes não é uma tarefa aventureira como as propagandas dizem.</p>
<p>Deve ser por isso que a Kolynos morreu.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/-68MprqRAgw?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/IL505Q4j8KE?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/JJay_JGQDvQ?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>Nem dá pra saber qual é de verdade&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A (des)necessidade de assinar email</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2012 01:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Amargurada]]></category>
		<category><![CDATA[assinatura de email]]></category>
		<category><![CDATA[mundo corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[PMP]]></category>

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		<description><![CDATA[Posso estar errado (ou talvez eu seja chato demais; ou ambas as coisas), mas a meu ver uma assinatura de email serve para finalizar uma conversa inicial sobre algum assunto (relevante), e principalmente, para o caso de existirem pessoas desconhecidas envolvidas na conversa. Por exemplo, ao enviar um email à um novo cliente, ou à<a href="http://amargor.com/a-desnecessidade-de-assinar-email/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Posso estar errado <span style="font-size: x-small;">(ou talvez eu seja chato demais; ou ambas as coisas)</span>, mas a meu ver uma assinatura de email serve para finalizar uma conversa inicial sobre algum assunto <span style="font-size: x-small;">(relevante)</span>, e principalmente, para o caso de existirem pessoas desconhecidas envolvidas na conversa. Por exemplo, ao enviar um email à um novo cliente, ou à um fornecedor&#8230; assim as pessoas podem registrar na agenda o nome, telefone e <em>etc</em> de cada um. E pronto, acabou.</p>
<p>Só que este tipo de cenário deve cobrir apenas 2% das vezes que uma assinatura de email é utilizada. Os outros 98% ficam perdidos em <em>loops</em> de respostas entre pessoas que se conhecem há tempos, que já tem os telefones um do outro anotados, que sabem qual é o site da sua empresa <span style="font-size: x-small;">(afinal, trabalham na mesma)</span>.<br />
O nome no cabeçalho de remetente não basta? Isso já é o suficiente para me fazer acreditar que foi você quem enviou.<br />
É realmente necessário que todo email venha com uma assinatura quilométrica com uma imagem gigante do logo da empresa?</p>
<p>É realmente necessário fazer isso toda hora?:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-176" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/09/assinatura-email.png" alt="" width="545" height="319" /></p>
<p>Aliás, carregar PMP no nome é outro fato que me intriga. A pessoa vai lá, tira uma certificação e ganha mais um sobrenome, é isso? Só falta expandirem isso para fora do email&#8230;</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> &#8211; Oi, como você chama?</em><br />
<em> &#8211; Meu nome é PMP. Celso, PMP.</em></p>
<p>Sou chato, né?</p>
<p>Att,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estourando os ouvidos do mundo aos 22 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2012 21:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Normal]]></category>
		<category><![CDATA[Metallica]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Ride The Lightning]]></category>

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		<description><![CDATA[O que você fez de marcante até os seus 22 anos de idade (se é que você tem mais do que isso)? Não pergunto das suas peripécias juvenis que só foram marcantes pra você e seu círculo social. Não pergunto sobre lidar com uma gravidez acidental, sobre entrar na faculdade ou sobre conseguir emprego numa<a href="http://amargor.com/estourando-os-ouvidos-do-mundo-aos-22-anos/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O que você fez de marcante até os seus 22 anos de idade <span style="font-size: x-small;">(se é que você tem mais do que isso)</span>? Não pergunto das suas peripécias juvenis que só foram marcantes pra você e seu círculo social. Não pergunto sobre lidar com uma gravidez acidental, sobre entrar na faculdade ou sobre conseguir emprego numa merda de multinacional.</p>
<div id="attachment_152" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-152" title="Metallica (1984)" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/08/Metallica_1984.jpg" alt="Cliff Burton, Lars Ulrich, James Hetfield, Kirk Hammett" width="340" height="438" /><p class="wp-caption-text">Cliff Burton, Lars Ulrich, James Hetfield, Kirk Hammett</p></div>
<p>Aos 22 anos de idade esses quatro muleques de cabelos sebosos e cheios de espinhas na cara já gravavam o seu segundo álbum, <em>Ride The Lightning</em>. Ao contrário da mídia especializada e de muita gente, que considera o disco seguinte, <em>Master Of Puppets</em>, como sua obra-prima, eu como um simples fã atribuo este título à <em>Ride The Lightning</em>. Por quê?</p>
<p>Menos de um ano após gravar <em>Kill &#8216;Em All</em>, o Metallica se colocou em turnê para promover seu primeiro disco, e apesar de impressionar muita gente, ainda não tinham gabarito pra convencer todo mundo, e precisavam gravar outro álbum logo para aproveitar o momento e alavancar seu nome. Com o cancelamento de última hora de uma turnê européia, a banda foi para a Dinamarca, preparou o material para o novo disco em uma semana e entrou no estúdio, onde foram gastas aproximadamente três semanas para gravar o disco inteiro. UMA SEMANA preparando o material e TRÊS SEMANAS gravando!</p>
<p>Deste trabalho às pressas saíram oito músicas, das quais somente duas considero apenas boas (&#8220;Trapped Under Ice&#8221; e &#8220;Escape&#8221;) e não ótimas como as outras seis (&#8220;Fight Fire With Fire&#8221;, &#8220;Ride The Lightning&#8221;, &#8220;For Whom The Bell Tolls&#8221;, &#8220;Fade To Black&#8221;, &#8220;Creeping Death&#8221;, &#8220;The Call Of Ktulu&#8221;). Quase todas sobreviveriam para se tornar peças essenciais na mitologia do Metallica.</p>
<p>No que podia ser encarado como uma afronta às expectativas alheias em relação ao thrash metal, movimento que eles mesmos eram os principais criadores, incluíram no álbum uma balada quase acústica de sete minutos, &#8220;Fade To Black&#8221;, a qual considero uma das músicas mais brilhantes <span style="font-size: x-small;">(sendo ao mesmo tempo angustiante e sutil)</span> de toda a carreira da banda.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/zwNFY3zdVMg?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Fade to Black (1985)</p></div>
<p>&#8220;For Whom The Bell Tolls&#8221; e &#8220;Creeping Death&#8221; são dois clássicos do heavy metal que soariam adequados em qualquer era da história do rock em que tivessem nascido. Ambas tem histórias curiosas protagonizadas por Cliff. A primeira <a title="Agents Of Misfortune (c.1979-81)" href="http://www.youtube.com/watch?v=q-QOujfgf8s&amp;t=11m29s" target="_blank">começa com um riff de baixo que Cliff Burton</a> já havia demonstrado em uma batalha de bandas na faculdade, junto à Jim Martin (do Faith No More), em um trio chamado <em>Agents of Misfortune</em>, lá pelos idos de 1980. A segunda veio de uma noite em que assistiam ao filme <em>&#8220;Os dez mandamentos&#8221;</em>, de 1956, quando em um momento Cliff, muito do chapado, exclamou: &#8220;Uow, que morte arrepiante [creeping death]&#8220;. Os outros riram tanto que decidiram fazer uma música com este título.</p>
<p>Não desmereço<em> Master Of Puppets</em>, mas ele teve um tempo de preparação e gravação muito maior, além de ter sido feito após um intervalo maior após a gravação do último álbum, e consequentemente já tendo os membros mais experientes e com mais perícia no que faziam. Este é para mim o ponto forte de <em>Ride</em>. Com muito menos tempo e ainda com muita pedreiragem, em uma época em que James Hetfield ainda tinha dúvida se queria realmente ser vocalista e Lars Ulrich ainda tendo muito o que aprender sobre bateria, fizeram mais músicas marcantes do que no álbum sucessor.</p>
<p>Além de tudo, este álbum criou uma fórmula muito usada depois pelo Metallica: uma faixa de abertura poderosa, uma faixa-título monumental, ao menos uma canção fúnebre, uma grande balada, uma música instrumental e algumas músicas thrash.</p>
<p>E eu, como um amante de música à moda antiga, ainda gosto ter ao menos um CD das minhas bandas preferidas, demorei mas adquiri a minha cópia.</p>
<div id="attachment_153" class="wp-caption aligncenter" style="width: 554px"><img class=" wp-image-153  " title="Metallica - Ride The Lightning" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/08/Metallica-Ride-The-Lightning-1009x1024.jpg" alt="" width="544" height="552" /><p class="wp-caption-text">Metallica &#8211; Ride The Lightning</p></div>
<p>Tracklist:</p>
<ol>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Fight Fire With Fire</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Ride The Lightning</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">For Whom The Bell Tolls</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Fade To Black</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Trapped Under Ice</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Escape</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">Creeping Death</a></li>
<li><a title="OUÇA!" href="http://grooveshark.com/album/Ride+The+Ligthning/6034691" target="_blank">The Call Of Ktulu</a></li>
</ol>
<p><span style="font-size: x-small;">(algumas informações históricas absorvi do livro Metallica, de Mick Wall)</span></p>
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		<title>São Paulo aos olhos de fora</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 03:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Amargurada]]></category>
		<category><![CDATA[Datena]]></category>
		<category><![CDATA[paulistano]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Já começo esclarendo que não sou paulistano, mas é senso comum ouvirmos que em São Paulo todo mundo é estressado, mal-educado, filho da puta&#8230; Estive de férias no mês passado, acabei fazendo algumas pequenas viagens, e em pouco tempo em cada lugar, presenciei coisas interessantes: Bauru: simplesmente parei em um posto para comer enquanto ia<a href="http://amargor.com/sao-paulo-aos-olhos-de-fora/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Já começo esclarendo que não sou paulistano, mas é senso comum ouvirmos que em São Paulo todo mundo é estressado, mal-educado, filho da puta&#8230;</p>
<p>Estive de férias no mês passado, acabei fazendo algumas pequenas viagens, e em pouco tempo em cada lugar, presenciei coisas interessantes:</p>
<ul>
<li><strong>Bauru:</strong> simplesmente parei em um posto para comer enquanto ia para outra cidade. E não foi em qualquer posto. Lá tem um posto que é tipo um shopping (tem até cinema), pessoal vestido como se fossem para a balada e tal. Do jeito que eu estava <span style="font-size: x-small;">(mal)</span> vestido, até achei que fosse ser barrado na entrada. Pois bem, dei uma bela de uma mijada, comi alguma coisa, e ao voltar para o carro, no estacionamento tinha um casal discutindo dentro do carro deles. Eles estavam com as portas e as janelas fechadas, porém houve relato de que a briga foi ouvida em Marília.<br />
Casalzinho brigando, beleza, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nY9sh3gwZA8" target="_blank">acontece</a>. Eis que logo atrás do carro deles um tiozinho e um tiozão queriam estacionar na mesma vaga, e como isso não seria possível, ambos desceram de suas caminhonetes e começaram a se xingar absurdamente, tanto que até o casal parou de brigar e desceu pra assistir. E quando o tiozão quase partiu pra cima da orelha do tiozinho, este achou melhor desistir da vaga, e cada um entrou em seu carro (inclusive eu) e tomou seu rumo.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Rio de Janeiro:</strong> passei um dia na cidade. Enquanto esperava um ônibus para ir da praia para a rodoviária, tinham alguns carros parados em um ponto de retorno na avenida esperando o semáforo abrir para eles, e de repente um taxista arrebenta a traseira do último carro da fila. Ambos descem, trocam muitas gentilezas e meu ônibus chega.<br />
Imagino que o motorista deste ônibus tenha deixado a Fórmula Indy por este emprego. Logo na saída ele quase prendeu um muleque na porta, e o coitado ficou pra fora. Depois disso, foi um show de buzinadas, xingamentos à outros motoristas e ultrapassagens em alta velocidade. O ônibus era bem moderno, e descobri que ele tem um sistema de alto-falantes em que uma voz feminina dá um aviso quando o motorista está dirigindo agressivamente: <em>&#8220;dirija com cautela&#8221;</em>. Esse aviso foi repetido aproximamente 46 vezes até eu chegar ao meu destino, e parece que o motorista não o ouviu nenhuma vez.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Florianópolis:</strong> cidade linda, baixa temporada, poucas pessoas na rua, calmaria&#8230; foi o suficiente para que no primeiro dia indo à praia, na primeira avenida que fui atravessar, uma senhora parasse o carro no meio da via pra descer e discutir com o caminhoneiro que estava atrás dela, formando uma fila de buzineiros atrás.</li>
</ul>
<p>Moro há cinco anos e meio em São Paulo. Já trabalhei no centro, morei em uns 4 bairros diferentes, hoje levo uma hora pra chegar no trabalho de transporte público, e não vejo esse tipo de coisa com tanta freqüência aqui. Não vou dizer que é a melhor cidade do mundo, mas acho que as pessoas de outras cidades muitas vezes fecham os olhos para os seus hábitos e problemas para pré-julgarem São Paulo, e muitas vezes sem nem conhecer a cidade. Acho que São Paulo sofre uma datenização muito grande em outros lugares.</p>
<div id="attachment_134" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-134" title="Datena" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/07/Datena.jpg" alt="" width="350" height="417" /><p class="wp-caption-text"><em>Isso é um absurdo! Eu quero ibagens!</em></p></div>
<p>No meu caso por exemplo, que vim do interior, extremo oeste do estado, divisa com o México. A única coisa de São Paulo que chega lá pela TV é desgraça <span style="font-size: x-small;">(assaltos, assassinatos, jogos do Palmeiras e o programa do Faustão)</span>.<br />
Tem gente de lá que tem pavor de vir pra cá. Sempre que tem a chance, me repetem as mesmas perguntas:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em> &#8211; Você já foi assaltado lá?</em><br />
<em> &#8211; E aquelas enchentes lá? Tem onde você mora?</em><br />
<em> &#8211; O Celso falou que lá em São Paulo tem umas quadrilhas que te sequestram e depois você acorda numa banheira sem o rim. É verdade isso aí?</em><br />
<em> </em><em></em></p>
<p>Complicado&#8230; bom, deixa eu ir lá ligar pra minha mãe pra falar que não choveu aqui hoje e não morri afogado.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Das músicas coadjuvantes que se tornam protagonistas</title>
		<link>http://amargor.com/das-musicas-coadjuvantes-que-se-tornam-protagonistas/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:24:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Normal]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela está lá. Sempre esteve, e você já a ouviu um milhão de vezes, sem nem perceber que a estava escutando e nem se importou em saber seu nome. Muitas vezes até pulou para a próxima. Até que um dia, sem nenhum motivo especial (muito provável até que o shuffle te fez ouvi-la novamente), você<a href="http://amargor.com/das-musicas-coadjuvantes-que-se-tornam-protagonistas/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela está lá. Sempre esteve, e você já a ouviu um milhão de vezes, sem nem perceber que a estava escutando e nem se importou em saber seu nome. Muitas vezes até pulou para a próxima. Até que um dia, sem nenhum motivo especial (muito provável até que o <em>shuffle</em> te fez ouvi-la novamente), você descobre todo um encanto escondido nela.</p>
<p>E você quer saber o que é. E pra isso a ouve cinco vezes seguidas. E mais tarde a ouve de novo. E no dia seguinte de novo. E essa música, que a banda quase nunca tocou ao vivo, que nenhum dos seus amigos comenta, que não tem clipe, que não é <em>mainstream</em>, que nem a banda deve se lembrar que gravou, acaba entrando no seu rol de preferidas, chegando até a ficar à frente de músicas que outrora eram intocáveis na escala de favoritismo.</p>
<p>Separei abaixo cinco músicas, que depois de muito figurarem em meus ouvidos, agora são apreciadas de outra forma. Existem várias outras que passaram por isso, e com certeza surgirão muitas mais&#8230;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/pycizbGj0Ik?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Metallica - The Frayed Ends Of Sanity</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/SnD19CvCwVM?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Pearl Jam - Brain Of J.</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/TYe_No2xr7A?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Alice In Chains - Dirt</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/InsD3nKIYMY?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Queens Of The Stone Age - How To Handle A Rope</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/7xeasq05zxc?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Nirvana - Lounge Act</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A nostalgia ao vivo do Nada Surf</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 23:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Normal]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Nada Surf]]></category>
		<category><![CDATA[shows]]></category>

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		<description><![CDATA[Veteranos do indie rock (desde quando este ainda não havia se tornado pop) Matthew Caws, Daniel Lorca e Ira Elliot formam a banda que desde o começo dos anos 90 se mantém fazendo bons trabalhos longe da bajulação da mídia (contam agora também com Doug Gillard, do Guided by Voices, e Martin Wenk). E em<a href="http://amargor.com/a-nostalgia-ao-vivo-do-nada-surf/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Veteranos do indie rock (desde quando este ainda não havia se tornado pop) Matthew Caws, Daniel Lorca e Ira Elliot formam a banda que desde o começo dos anos 90 se mantém fazendo bons trabalhos longe da bajulação da mídia (contam agora também com Doug Gillard, do Guided by Voices, e Martin Wenk). E em quase todo esse tempo eles têm me acompanhado em meus fones de ouvido.</p>
<p>Em turnê pelo Brasil, esta semana eles estiveram em São Paulo. Com um show oficial marcado para a quarta-feira, na segunda-feira fizeram um pocket show na FNAC da Avenida Paulista. Dei um jeito de sair mais cedo do trabalho e fui pra lá me juntar à mais umas 150 pessoas. Sentados no chão, fomos presenteados com um show <a href="http://www.setlist.fm/setlist/nada-surf/2012/fnac-paulista-sao-paulo-brazil-3bde5880.html" target="_blank">não tão pocket assim</a>, onde eles tocaram 13 músicas, intercaladas com pequenas conversas com o público, que pedia incessantemente suas músicas favoritas. Ao fim, ainda continuaram por lá, conversando com os fãs e autografando CDs. Foram muito atenciosos o tempo todo, com Matthew e Ira trocando idéias e Daniel (que parece uma mistura de <a href="http://4.bp.blogspot.com/_UXfnuVwPdRs/SrxTOD6Nv-I/AAAAAAAAAu4/fng08XP9n0k/s400/Gil.JPG" target="_blank">Gil Brother Away</a> com <a href="http://1.bp.blogspot.com/_fx7MPL4AISI/ShXMX0sK8gI/AAAAAAAAF5o/02tIe0W5lb4/s400/200_rodela3.jpg" target="_blank">Marquito</a>) contando um monte de histórias.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Ys2Vx1Rqe10?theme=light&amp;autohide=1&amp;border=none;iv_load_policy=1;rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><p class="wp-caption-text">Fechando o show na FNAC com Always Love</p></div>
<p>Se a prévia já foi boa, o show de quarta-feira no Cine Jóia prometia não decepcionar. E assim foi. <a href="http://www.setlist.fm/setlist/nada-surf/2012/cine-joia-sao-paulo-brazil-1bde5524.html" target="_blank">Em quase duas horas de show</a>, eles honraram os seus cabelos já grisalhos e passaram por músicas de todos os seus discos (com exceção do de covers <em>&#8220;If I Had a Hi-Fi&#8221;</em>), dando destaque para o recém lançado <em>&#8220;The Stars Are Indifferent To Astronomy&#8221;</em>. Teve até espaço para músicas diferentes do repertório planejado, como <em>&#8216;Amateur&#8217;</em>, que como o próprio Matthew disse, eles reaprenderam a tocá-la antes do show, já que muita gente havia pedido esta no show da FNAC. Pena que a sacrificada para isto foi <em>&#8216;Concrete Bed&#8217;</em>, mas tudo bem, teve espaço pra <em>&#8216;Happy Kid&#8217;</em>, <em>&#8216;What Is Your Secret?&#8217;</em>, <em>&#8216;Whose Authority&#8217;</em>, <em>&#8216;Weightless&#8217;</em>&#8230;</p>
<p>Realmente pareciam estar tocando em uma reunião de amigos, e assim fizeram uma apresentação sem burocracias para um público fiel e já maduro, que a cada música era levado à diferentes momentos de seu passado, e não precisava ver uma banda fazendo poses e excessos de firulas, mas sim a marca registrada do Nada Surf, que é a boa harmonia de seus instrumentos com a ótima voz de Caws.</p>
<p>No bis de 4 músicas eles relembraram a faixa que os projetou, <em>&#8216;Popular&#8217;</em>, e fecharam com uma versão estendida magistral de <em>&#8216;Blankest Year&#8217;</em>. Deixaram o palco com o dever cumprido e dando esperanças de que não demorarão tanto para voltar.</p>
<div id="attachment_105" class="wp-caption aligncenter" style="width: 554px"><img class=" wp-image-105 " title="2012-04-25 - Nada Surf - Cine Jóia" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/04/2012-04-25-Nada-Surf-1024x764.jpg" alt="" width="544" height="406" /><p class="wp-caption-text">Nada Surf no Cine Jóia</p></div>
<p>E como disse o Lorca em uma <a href="http://issuu.com/noize/docs/noize_52_abril_2012/1" target="_blank">entrevista</a>: <em>&#8220;As pessoas não ouvem mais um álbum inteiro. Nesse sentido, é até um pouco melancólico continuar fazendo. Nós poderíamos simplesmente lançar uma música nova a cada dois meses, lançá-la na internet e pronto. Mas nós somos excessivamente românticos, não fazemos música para todos. Fazemos música pra pessoas que ainda gostam de ouvir um disco.&#8221;</em></p>
<p>E eu, que sempre gostei de ter CDs das bandas que ouço, finalizei tudo isso com um álbum autografado.</p>
<div id="attachment_108" class="wp-caption aligncenter" style="width: 554px"><img class=" wp-image-108 " title="Nada Surf - The Stars Are Indifferent To Astronomy" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/04/Nada-Surf-The-Stars-Are-Indifferent-To-Astronomy-1024x764.jpg" alt="" width="544" height="406" /><p class="wp-caption-text">Nada Surf / The Stars Are Indifferent To Astronomy</p></div>
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		<title>Em busca do último trem</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 04:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Amargurada]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aí eu tô lá&#8230; camiseta amassada, chinelo velho de dedo, cabelo zuado, barba mal-feita&#8230; 23:30 e tendo que chegar à tempo no metrô pra fazer 3 baldeações pra talvez conseguir chegar em casa. &#8220;Ah, vou dar uma corrida pra chegar mais rápido, né?!&#8221; Inicio meu sprint. 10 passadas promissoras ameaçando o recorde do Usain Bolt,<a href="http://amargor.com/em-busca-do-ultimo-trem/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aí eu tô lá&#8230; camiseta amassada, chinelo velho de dedo, cabelo zuado, barba mal-feita&#8230; 23:30 e tendo que chegar à tempo no metrô pra fazer 3 baldeações pra talvez conseguir chegar em casa.</p>
<p>&#8220;Ah, vou dar uma corrida pra chegar mais rápido, né?!&#8221;</p>
<p>Inicio meu <em>sprint</em>. 10 passadas promissoras ameaçando o recorde do Usain Bolt, viro a primeira esquina correndo e&#8230; uns cinco policiais procurando alguma coisa com as armas nas mãos.</p>
<div id="attachment_88" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-88 " title="Cybercops" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/04/Cybercops.jpg" alt="" width="400" height="298" /><p class="wp-caption-text">Fudeu!</p></div>
<p>&#8220;Quem não deve, não teme&#8221;. Mito detonado!</p>
<p>Eu não tinha nada a temer, mas temi&#8230; a base da minha espinha deu uma gelada, enquanto meus joelhos foram mais rápidos que meu cérebro e interromperam minha tentativa frustrada de corrida sem mesmo ter alcançado uns 15 metros.</p>
<p>Sorte que sou um cara bacana, um cara boa praça, e eles não se incomodaram com a minha presença.</p>
<p>Não quebrei o recorde, perdi o metrô e voltei pra casa de ônibus.</p>
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		<title>Hey Ho, Let&#8217;s Rock!</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 02:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Normal]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Gruen]]></category>
		<category><![CDATA[Let's Rock]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do dia 4 de abril a Oca, no Parque do Ibirapuera, vai sediar a exposição Let&#8217;s Rock, considerada a maior da América Latina. O evento contará com workshops, pocket shows, palestras e exibição de filmes. Serão décadas de história do rock expostas em vários tipos de mídia, contando inclusive com a presença do<a href="http://amargor.com/hey-ho-lets-rock/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 4 de abril a Oca, no Parque do Ibirapuera, vai sediar a exposição Let&#8217;s Rock, considerada a maior da América Latina. O evento contará com workshops, pocket shows, palestras e exibição de filmes.</p>
<p>Serão décadas de história do rock expostas em vários tipos de mídia, contando inclusive com a presença do fotógrafo <a href="http://www.bobgruen.com/" target="_blank">Bob Gruen</a>, que já teve à frente de suas lentes nomes como Jimi Hendrix, Bob Dylan, Led Zeppelin, Ramones&#8230;</p>
<div id="attachment_70" class="wp-caption aligncenter" style="width: 577px"><img class=" wp-image-70" title="Led Zeppelin (Bob Gruen)" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/03/Led-Zeppelin-Bob-Gruen.jpg" alt="" width="567" height="442" /><p class="wp-caption-text">Led Zeppelin (por Bob Gruen)</p></div>
<p>Também poderão ser vistos objetos que perteceram à alguns ícones do rock, como o baixo de Gene Simmons, as primeiras baterias do Motörhead e do Sepultura e até um pinball do The Who.</p>
<p>Através de seus perfis no <strong><a href="http://www.facebook.com/LetsRockExpo" target="_blank">Facebook</a></strong> e no <strong><a title="@letsrockexpo" href="http://twitter.com/letsrockexpo" target="_blank">twitter</a></strong> serão sorteados diariamente ingressos para o evento, e uma outra promoção também deve presentear um sortudo com uma guitarra Tagima Telecaster.</p>
<p>É a sua chance de ver de perto muita história sobre música de verdade. Aproveite para levar seu filho ou seu sobrinho também, e ajude a salvar as próximas gerações.</p>
<p>E pra já ir entrando no clima, uma música fodástica para os seus ouvidos:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube-nocookie.com/embed/hKUBTX9kKEo?rel=0" frameborder="0" width="560" height="380"></iframe></p>
<p><strong>Let&#8217;s Rock: A Exposição</strong><br />
Local: Oca &#8211; Parque do Ibirapuera<br />
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, S/Nº, Portão 3<br />
Site oficial: <a href="http://www.letsrockexpo.com.br" target="_blank">www.letsrockexpo.com.br<br />
</a> Entrada: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia para idosos e estudantes)<br />
Dias e horário: de terça a domingo, das 10h às 22h, de 04/04 à 27/05</p>
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		<title>A confiabilidade da FGV e seus concursos</title>
		<link>http://amargor.com/a-confiabilidade-da-fgv-e-seus-concursos/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 02:41:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mestre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Amargurada]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste domingo ocorreu o concurso público para o Senado Federal, que foi organizado pela renomada Fundação Getúlio Vargas. Muito mal organizado, diga-se de passagem. A grandiosa instituição FGV já havia cometido erros no ano passado com o concurso da SEFAZ/RJ, e desta vez teve problemas para planejar o número de provas para os candidatos incritos.<a href="http://amargor.com/a-confiabilidade-da-fgv-e-seus-concursos/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Neste domingo ocorreu o concurso público para o Senado Federal, que foi organizado pela renomada Fundação Getúlio Vargas.</p>
<p>Muito mal organizado, diga-se de passagem. A grandiosa instituição FGV já havia <a href="http://oglobo.globo.com/emprego/concurso-de-auditor-fiscal-da-secretaria-de-fazenda-do-estado-do-rio-anulado-por-fraude-2765111" target="_blank">cometido erros no ano passado com o concurso da SEFAZ/RJ</a>, e desta vez teve problemas para planejar o número de provas para os candidatos incritos. Que coisa, não? Tendo em vista que o último dia de inscrição foi 05/02/2012 e a aplicação das provas seria dia 11/03/2012, e com o dinheiro pago na inscrição por cada candidato (técnicos e policiais R$ 180, analistas R$ 190, consultores R$ 200, com um total de <a href="http://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/senado11/arq/Demanda%20de%20candidatos%20do%20concurso.pdf" target="_blank">157939 incritos</a>&#8230; faça algumas contas) até minha avó daria conta de organizar esse concurso sem problemas.</p>
<p>Mas a FGV teve a capacidade de errar a quantidade de provas a serem distribuídas, ou <a href="http://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/senado11/arq/COMUNICADO%20SENADO%20ANULACAO%20DE%20PROVAS.docx" target="_blank">como eles disseram</a>, <em>&#8220;foram detectadas inconsistências técnicas (insuficiência de cadernos de provas em algumas salas) verificadas no início da aplicação de provas do concurso&#8221;</em>. Lindo!</p>
<p>E enquanto isso o otário aqui e várias outras pessoas que receberam as provas das áreas de &#8216;Análise de Sistemas&#8217; e &#8216;Enfermagem&#8217; investiram um tempo de até 5h30 fritando o cérebro para resolver essa porcaria, além de ter que se deparar com uma prova totalmente mal formulada e sem uma revisão decente, onde se encontravam várias falhas de Português, além de algumas <a href="http://twitpic.com/8vljyb/full" target="_blank">questões reaproveitadas de outros concursos</a> e outras perfeitamente &#8220;elaboradas&#8221;, como pode-se ver na imagem abaixo:</p>
<div id="attachment_61" class="wp-caption aligncenter" style="width: 571px"><a href="http://twitter.com/mestrolho/status/179367441309253632" target="_blank"><img class=" wp-image-61  " title="A Wikipedia e uma questão da FGV" src="http://amargor.com/wp-content/uploads/2012/03/IMG_1163-764x1024.jpg" alt="" width="561" height="752" /></a><p class="wp-caption-text">A Wikipedia e uma questão da FGV</p></div>
<p>É isso aí, todo mundo que quiser trabalhar no Senado tem que saber que existe uma banda canadense de rock alternativo chamada Default. Ou tem que decorar a Wikipedia.</p>
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